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Joaquim Barbosa: Temer 'não tem legitimidade para conduzir o País'

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SÃO PAULO - Após o Senado votar pela admissibilidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa questionou a maneira como o processo foi conduzido e, embora tenha admitido que Dilma falhou como presidente, disse que Michel Temer não tem legitimidade para governar o País. Para ele, o ideal seria que novas eleições fossem convocadas, mas admitiu que dificilmente o STF aprovaria algo desse tipo. Barbosa participou há pouco de evento em São Paulo, para o qual foi convidado para discorrer sobre as instituições brasileiras. Afirmou ter sido uma coincidência o evento ter caído no mesmo dia em que o Senado votou o processo de impeachment. Aproveitou, portanto, para fazer algumas provocações aos parlamentares. "Tenho sérias duvidas quanto à integridade e à adequação desse processo pelo motivo que foi escolhido. Se a presidente tivesse sendo processada pelo Congresso por sua cumplicidade e ambiguidade em relação à corr...

A cidade onde 80% dos moradores recebem Bolsa Família

Em Alcântara, no Maranhão, ajuda do governo é principal fonte de recursos para muitas famílias. Veja o vídeo

'Posso ter cometido erros, mas não cometi crimes', diz Dilma

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BRASÍLIA - Em suas primeiras palavras públicas após a decisão do Senado de aceitar o processo de impeachment, a presidente afastada Dilma Rousseff reconheceu erros e afirmou que o que mais dói neste momento é a "dor da injustiça". "Posso ter comido erros, mas não cometi crimes", disse. Ao lado de mais de 20 ministros, deputados, senadores e funcionários do Palácio do Planalto, a presidente afastada fez um pronunciamento de 15 minutos. Dilma reforçou que está sofrendo um golpe e pediu que não desistam de lutar por seu governo. "O que está em jogo não é apenas o meu mandato, é o respeito às urnas, à vontade soberana do povo brasileiro e à Constituição", afirmou. Leia mais - msn notícias

'Não podemos mais falar em crise', diz Temer em primeiro discurso

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BRASÍLIA - - Em seu primeiro discurso após ter tomado posse como presidente em exercício da República, Michel Temer disse que é urgente pacificar a nação, unificar o Brasil e fazer um governo de salvação nacional. "E a minha primeira palavra ao povo brasileiro é a palavra confiança, confiança nos valores que formam o caráter de nossa gente, na vitalidade da nossa democracia, na recuperação da economia e nos potenciais do nosso País, em suas instituições sociais e políticas", disse. Temer disse ainda que "a partir de agora não podemos mais falar de crise." Leia mais - msn notícias

Gilmar Mendes suspende coleta de provas em investigação contra Aécio

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'É bem difícil explicar o Brasil': Atrás do plenário, jornalistas estran...

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Correspondentes se esforçam para explicar termos como 'pedaladas fiscais'; BBC Brasil mostra como é o espaço reservado para a imprensa durante o processo de impeachment no Senado. Veja o vídeo no Youtube

Considerações sobre o processo de "impeachment'

Hoje vou fazer algumas considerações sobre esse processo traumático de mudança de governo que o Brasil está atravessando.  Os que estão a favor do impeachment, segundo a grande mídia é a maioria, dizem que o processo está previsto na Constituição, portanto é legal e os que são contra, dizem que isso é um grande golpe. Na minha opinião, isso foi um grande golpe, porque vejamos: 1) O candidato que perdeu a eleição, nunca se conformou e criou um clima (com o apoio da grande mídia), anti-Dilma; 2) A oposição obstruiu de todas as maneiras o Congresso, impedindo qualquer governança da Presidente; 3) Criou um clima de "Crise" no Brasil.  A palavra "Crise" foi dita e repetida inúmeras vezes por dia durante meses, nos meios de comunicação; 4) Foi feito um clima de Inflação altíssima (10% ao ano).  Quanto mais se falava que a inflação estava alta, mais os comerciantes aumentavam os preços, se prevenindo... Diga-se de passagem que o Brasil já teve inflação de 200% ao...